Corregedoria vai investigar participação de PMs em morte do Beto Caça e Pesca
A Corregedoria da Polícia Militar afirmou que abriu um processo administrativo para investigar a participação dos policiais militares Fábio Fonseca Françoso e Marcelo Cardoso da Costa no homicídio contra o empresário Gilberto de Oliveira Couto, conhecido como Beto Caça e Pesca. Os agentes tiveram a prisão mantida durante uma audiência de custódia na quarta-feira (20).
De acordo com as informações repassadas ao HNT, Fábio possuí cinco processos demissórios em instrução e estava afastado das atividades profissionais em virtude de atestados médicos apresentados.
O agente também ocorrências criminais de peculato e homicídio qualificado contra ele.
Durante a audiência custódia na quarta-feira (20), a juíza Rosângela Zacarkim dos Santos manteve a prisão dos policiais militares. Segundo o documento, a magistrada pontuou que não houve irregularidade no cumprimento de mandado de prisão contra Marcelo. Já durante a audiência de custódia de Fábio, a juíza alegou que o policial militar oferece risco à sociedade já que o agente possuí antecedentes criminais.
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Prisão
A Polícia Civil prendeu dois os policiais militares na manhã de quarta-feira (20). Eles são suspeitos de serem os executores do homicídio contra Gilberto de Oliveira Couto, conhecido como Beto Caça e Pesca em Guarantã do Norte ( a 708 km de Cuiabá). Segundo a polícia, os agentes atuavam no município de Sinop ( a 478 km de Cuiabá).
Crime
O crime ocorreu na manhã do dia 25 de maio quando o empresário foi alvejado por aproximadamente quatro disparos em frente a sua residência no bairro Jardim Vitória em Guarantã do Norte. O corpo da vítima apresentava ferimentos de arma de fogo nas costas e cabeça e estava há aproximadamente quatro metros da sua motocicleta que também estava caída.
Assim que foi acionada dos fatos, a equipe da Polícia Civil iniciou as diligências para apurar o homicídio e identificar os envolvidos no crime. Durante as investigações, várias testemunhas foram ouvidas e todas apresentaram as mesmas versões, identificando os suspeitos como mandantes do crime.
Por Amanda Divina/Com Redação



